Revista PROGRAMAR: edição 45

Revista PROGRAMAR nº 45 — Maio 2014

Nesta edição continuaremos também a premiar os autores dos três melhores artigos, dado o sucesso nas edições anteriores. E os leitores devem dar a sua opinião para que possamos premiar correctamente. Para isso vote em http://bit.do/ProgramarED45_V.

Assim nesta edição trazemos até si, como artigo de capa, um artigo sobre Estendendo uma aplicação criada no App Studio da Microsoft. Nesta 45ª edição pode ainda encontrar os seguintes artigos:

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Tentamos… Ousamos falhar, tentamos de novo… E no final do dia, tentamos outra vez!

Esta semana vi um cartoon engraçado sobre o desenvolvimento de aplicações open-source! Achei particularmente caricato, pelas semelhanças do cartoon com esta nossa e vossa revista. Vou tentar “codificar” o cartoon em palavras, apesar do sucesso ser pouco provável! No cartoon aparecia como título: “O que as pessoas pensam sobre como as aplicações open-source são feitas” e tinha vários grupos de pessoas, a trabalharem simultaneamente em ideias a construir algo, a testar a construir, a idealizar… E abaixo tinha uma segunda quadrícula intitulada “O que realmente acontece”, onde se via um sujeito solitário, com aspecto de cansado com o balão de fala onde se lia “let me just close one more ticket before sleep”, e via-se no fundo um relógio onde as horas marcavam perto de 2h da manhã. Era mais ou menos isto. Recomendo verem a imagem original na web, pois é bem mais ilustrativa e engraçada.

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Estendendo uma aplicação criada no App Studio da Microsoft

Este artigo tem como objetivo explicar como estender uma aplicação que foi inicialmente gerada pelo App Studio da Microsoft.

Num outro artigo, Criando aplicações Windows Phone 8.1 e Windows 8.1 usando o App Studio da Microsoft, foi apresentado o serviço da App Studio, os vários tipos de templates para criar aplicações, as várias fases do desenvolvimento da aplicação no serviço e por fim a geração dos pacotes e a obtenção do código.

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JSF – Parte 3 (Managed beans)

Este é o 3º artigo da série. Assume portanto que já tem um projeto de exemplo JSF a funcionar. É altura de fazer algumas experiências, nomeadamente criar um “backing bean”.

Um backing bean é uma classe Java que responde a pedidos e gere o estado dos componentes JSF. É uma espécie de “servlet de alto nível”. Entre várias outras funções, faz a ligação à camada dos serviços que pode ser uma BD, um servidor remoto ou outro. Uma aplicação pode conter múltiplos backing beans.

Os backing beans mais conhecidos em Java são os “managed beans” e os “named beans” (ou CDI beans). Os primeiros são mais comuns; os segundos mais flexíveis. Os conceitos são muito semelhantes. Usaremos os primeiros devido à facilidade de utilização e porque o Tomcat apenas suporta esses.

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Pascal – array de argumentos

A definição da linguagem Pascal, desde os seus primórdios, estabelece regras bastante rígidas acerca da passagem de argumentos a uma função ou procedimento. No seu conjunto, uma das consequências destas regras é a impossibilidade de se implementarem funções variádicas, isto é, funções sem um número definido de argumentos. Na prática, isto traduz-se na possibilidade de se poder fornecer virtualmente uma infinidade de argumentos à função, não havendo a restrição de ser necessário passar apenas N argumentos em determinada ordem e com determinados tipos.

Várias linguagens permitem a implementação de funções variádicas, como por exemplo C e até Haskell (com recurso a alguns truques na definição de tipos de dados e suas heranças).

 O facto de Pascal não permitir a implementação de funções variádicas pode suscitar algumas dúvidas. Métodos standard que formam a base do Pascal são aparentemente variádicos, como o writeln e o readln. No entanto, estes métodos não são exactamente funções ou procedimentos. A sua construção está a cargo do próprio compilador em compile time, não sendo uma característica da linguagem.

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Criar uma aplicação para Android com mapa

Android

Android é um sistema operativo baseado no núcleo do Linux6 para dispositivos móveis, desenvolvido pela Open Handset Alliance, liderada pelo Google. Segundo a Google, mais de 1 milhão de utilizadores. Este sistema foi adoptado por várias marcas de topo de mercado HTC, Samsung, Sony, Motorola, LG e Nokia.

O Android está disponível com código aberto desde 21 Outubro de 2008. O Google publicou todo o código sob a licença Apache. No entanto, ele depende de uma autorização da próprio Google para poder aceder à biblioteca de aplicações, Play Store

Com a API do Google Maps v2 para Android, é possível adicionar mapas com base em dados do Google Maps numa aplicação. A API, que é lida automaticamente com acesso aos servidores do Google Maps, possui métodos que permitem adicionar marcadores, polígonos, sobreposições, e ainda mudar a visão de uma área do mapa.

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C# – Novas Funcionalidades do C# 6.0 – Antevisão de Abril de 2014

Introdução

No passado evento //Build/, a Microsoft disponibilizou uma versão de antevisão da versão 6.0 da linguagem de programação C#.

Trata-se de uma versão preliminar, pelo que algumas funcionalidades poderão sofre alterações, não fazer parte da versão final ou novas funcionalidades poderão ainda ser adicionadas.

Esta nova versão da linguagem inaugura também uma nova postura da Microsoft no que diz respeito ao código aberto e participação da comunidade.

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Métodos de extensão – o que preciso, como quero

O que preciso, como quero… mais ou menos. Mais para mais. Comecemos por o básico: o que são métodos de extensão? Em poucas palavras, métodos de extensão são uma forma de injetar funcionalidades escritas por “nós”, personalizadas, diretamente em tipos que tomamos como “fechados”, quer sejam os escritos por a Microsoft ou os escritos por o vizinho de cima. Quando escrevo “injetar funcionalidades” estou-me a referir a métodos implementados por nós que para o Visual Studio fazem parte de determinada classe, e que podem ser chamados a partir de uma instância.

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Programador ^ Gestor

Uma evolução típica na carreira de programador é chegar a gestor. O PM, a carinhosa abreviatura de Project Manager, é muitas vezes alguém que chega à gestão de projeto tendo feito um percurso técnico e, tantas vezes, sem formação em gestão.

O facto de se ser um bom programador não habilita ninguém a ser um bom gestor de equipa ou de projeto na área das tecnologias de informação. Infelizmente, é comum promover os melhores engenheiros de software a gestores menos capazes.

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