Boas notícias

Desde o início que a comunidade e todos os utilizadores envolvidos neste projecto sonham bem alto sobre ele, não apenas desejando o possível mas quase sempre o inatingível. Triste notar que dezassete edições são três anos e nada meramente inatingível tenha sido alguma vez tentado, conquistado, enfim oferecido a todos os utilizadores que alguma vez tenham dedicado uns minutos a este projecto. Não é que a participação na revista Programar viva ou apenas sobreviva de recompensas “douradas” ou mediáticas, pois até agora tais não houve e cada utilizador soube apreciar o resultado final e ter orgulho nele, mas uma prenda não faz mal a ninguém, de vez em quando.

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Subversion: Controlo total sobre o Software

SubversionO controlo de versões de um software sempre foi uma questão muito importante e delicada para qualquer programador que se preze. É actualmente impensável desenvolver projectos de software complexos e com requisitos que estão frequentemente a mudar, sem ter um sistema que controle tudo o que acontece ao software: as alterações ao código, a possibilidade de voltar sempre atrás até uma versão estável do software (óptimo quando ocorrem erros e se precisa de regredir no código), ver que alterações foram feitas no código globalmente ou apenas numa porção deste (incluindo as respostas às perguntas: quando? por quem? para que fim? em que ficheiros?), controlar eficazmente a fusão (em Inglês, merge) das alterações em vários módulos separados de software num mesmo produto unificado, e também controlar a própria documentação do software.

Sem dúvida que em qualquer projecto de software (por muito pequeno ou muito grande que seja), o controlo da informação é crucial para o sucesso do mesmo. Por isto mesmo, a tarefa de controlar as versões de um software não é de todo fácil, nem todos os sistemas de controlo de versões, ou VCS (Version Control System), são iguais e com as mesmas funcionalidades.

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Performance e Optimização MySQL

O MySQL tornou-se o SGBD (Sistema de gestão de base de dados) open source mais popular da actualidade, muito por culpa da sua boa performance, fiabilidade e facilidade de utilização. Actualmente na versão 5.1 (ultima versão estável), o MySQL é usado por todo o mundo, seja em websites, sistemas críticos, ou pacotes de software. É também utilizado em grandes empresas como a Yahoo!, Google, Nokia e até YouTube.

A sua portabilidade também é um factor de sucesso, pois funciona em mais de 20 plataformas incluindo Linux, Windows e OS X, oferecendo uma flexibilidade bastante importante ao programador. Também devido ao enorme número de web hostings que o adoptaram, o MySQL tornou-se um dos SGBDs favoritos dos programadores web que pretendem construir um website, procurando acima de tudo rapidez e performance, onde o downtime e outros problemas são intoleráveis, podendo levar a prejuízos consideráveis.

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Desenvolvimento de jogos utilizando a plataforma XNA

Foi há exactamente 50 anos atrás que se deu uma revolução, partiu pela mão de um senhor chamado William Higinbotham, um físico Americano. Usando a tecnologia disponível na sua altura, este desenvolveu um jogo, chamado Tennis for two que simulava uma partida de ténis entre dois jogadores usando um osciloscópio e um computador analógico. A ideia tinha o objectivo de evitar o aborrecimento dos visitantes do centro de Física onde ele trabalha. Esse objectivo foi cumprido e ultrapassado: deu origem à bem conhecida indústria dos videojogos. Essa indústria, que cresceu gradualmente com o desenvolvimento contínuo dos videojogos, não parou e é, hoje em dia, uma das mais reconhecidas a nível mundial, movimentando milhões de pessoas.

O futuro não pára e consequentemente a tecnologia também não: hoje em dia temos à nossa disponibilidade várias tecnologias e ferramentas que nos permitem produzir os nossos próprios jogos.

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Fundamentos de Segurança em Redes (Parte II): Firewall

Na primeira parte deste artigo, vimos a importância de encararmos a segurança, não apenas como uma camada, uma única solução de segurança, mas sim como um conjunto de camadas que criam uma solução de segurança mais adequada ás necessidades da rede. Entre essas camadas que constitui a solução de segurança vimos a importância do desenho da rede e o saber aplicar diversas técnicas como por exemplo, Subnetting e Switching.

Apesar disto tudo é necessário no entanto recorrer a diversos dispositivos essenciais para a protecção de uma rede e na continuação deste artigo vamos ver brevemente alguns dispositivos e soluções de segurança mais comuns.

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Introdução ao Arduino

Introdução

É objectivo deste artigo dar a conhecer o Arduino. Esta “ferramenta” com enormes potencialidades, que pode ser utilizada por todos, tenham ou não conhecimentos de electrónica devido à sua enorme simplicidade de utilização.

O Arduino tem ainda muita margem de desenvolvimento, começando como um pequeno projecto educacional evoluindo até aos dias de hoje. Dentro das suas vantagens pode-se encontrar o facto de ser open-source, correndo em ambiente Linux, Macintosh e Windows, tendo ainda o aliciante de ser bastante económico comparativamente com “ferramentas” de iguais funcionalidades disponíveis no mercado.

Para apresentar este tema com maior simplicidade, o que não significa menor rigor, torna-se necessário dividí-lo em duas partes distintas: hardware e software, e fazer a sua ligação.

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Revista PROGRAMAR nº 17 — Dezembro 2008

Agora que se aproxima o Natal, a equipa da PROGRAMAR traz a 17ª edição da revista.

Desta vez, encontrará, entre outros, um artigo sobre Subversion, uma introdução ao desenvolvimento de jogos com a plataforma XNA e a continuação do artigo de fundamentos de segurança em redes. 

Esperamos que continuem a apreciar o nosso esforço e lamentamos o atraso no lançamento desta edição.

Clique aqui para download.

Pequenos Pormenores

32. É este o número de meses que este projecto já conta. São 16 edições, 72 redactores contabilizados, indefinido número de colaboradores anónimos que sabem bem a sua importância, 70 000 visitantes do nosso endereço web, 3771 downloads contabilizados para a última edição… Enfim, estes são alguns dos valores de que nos orgulhamos e não nos importamos de mostrar.

No entanto, este projecto está constantemente em desenvolvimento. Nada do que se obtém nos coloca num lugar em que deixemos de poder ainda mais atingir. O que há a fazer?
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Visual Studio 2008 e .NET Framework 3.5 (Parte 1)

Introdução

Esta é a primeira parte de um artigo que pretende fazer com que o leitor compreenda as novidades introduzidas na .NET Framework 3.5 bem como algumas das novidades do Visual Studio 2008.

Contudo, dada a extensão do tema, foi necessário dividi-lo em duas partes. Ambas as partes serão bastante práticas sendo apresentados exemplos de forma a que o leitor os possa usar como uma base de evolução.

Todos os exemplos deste artigo são para a linguagem C#. Contudo as mesmas novidades existem para VB.NET e Visual C++.

Fica aqui um pequeno aperitivo da segunda parte: Windows Presentation Foundation, Windows Workflow Foundation e ASP.NET 3.5.

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