JSF – Parte 3 (Managed beans)

Este é o 3º artigo da série. Assume portanto que já tem um projeto de exemplo JSF a funcionar. É altura de fazer algumas experiências, nomeadamente criar um “backing bean”.

Um backing bean é uma classe Java que responde a pedidos e gere o estado dos componentes JSF. É uma espécie de “servlet de alto nível”. Entre várias outras funções, faz a ligação à camada dos serviços que pode ser uma BD, um servidor remoto ou outro. Uma aplicação pode conter múltiplos backing beans.

Os backing beans mais conhecidos em Java são os “managed beans” e os “named beans” (ou CDI beans). Os primeiros são mais comuns; os segundos mais flexíveis. Os conceitos são muito semelhantes. Usaremos os primeiros devido à facilidade de utilização e porque o Tomcat apenas suporta esses.

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Pascal – array de argumentos

A definição da linguagem Pascal, desde os seus primórdios, estabelece regras bastante rígidas acerca da passagem de argumentos a uma função ou procedimento. No seu conjunto, uma das consequências destas regras é a impossibilidade de se implementarem funções variádicas, isto é, funções sem um número definido de argumentos. Na prática, isto traduz-se na possibilidade de se poder fornecer virtualmente uma infinidade de argumentos à função, não havendo a restrição de ser necessário passar apenas N argumentos em determinada ordem e com determinados tipos.

Várias linguagens permitem a implementação de funções variádicas, como por exemplo C e até Haskell (com recurso a alguns truques na definição de tipos de dados e suas heranças).

 O facto de Pascal não permitir a implementação de funções variádicas pode suscitar algumas dúvidas. Métodos standard que formam a base do Pascal são aparentemente variádicos, como o writeln e o readln. No entanto, estes métodos não são exactamente funções ou procedimentos. A sua construção está a cargo do próprio compilador em compile time, não sendo uma característica da linguagem.

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Criar uma aplicação para Android com mapa

Android

Android é um sistema operativo baseado no núcleo do Linux6 para dispositivos móveis, desenvolvido pela Open Handset Alliance, liderada pelo Google. Segundo a Google, mais de 1 milhão de utilizadores. Este sistema foi adoptado por várias marcas de topo de mercado HTC, Samsung, Sony, Motorola, LG e Nokia.

O Android está disponível com código aberto desde 21 Outubro de 2008. O Google publicou todo o código sob a licença Apache. No entanto, ele depende de uma autorização da próprio Google para poder aceder à biblioteca de aplicações, Play Store.

Com a API do Google Maps v2 para Android, é possível adicionar mapas com base em dados do Google Maps numa aplicação. A API, que é lida automaticamente com acesso aos servidores do Google Maps, possui métodos que permitem adicionar marcadores, polígonos, sobreposições, e ainda mudar a visão de uma área do mapa.

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C# – Novas Funcionalidades do C# 6.0 – Antevisão de Abril de 2014

Introdução

No passado evento //Build/, a Microsoft disponibilizou uma versão de antevisão da versão 6.0 da linguagem de programação C#.

Trata-se de uma versão preliminar, pelo que algumas funcionalidades poderão sofre alterações, não fazer parte da versão final ou novas funcionalidades poderão ainda ser adicionadas.

Esta nova versão da linguagem inaugura também uma nova postura da Microsoft no que diz respeito ao código aberto e participação da comunidade.

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Métodos de extensão – o que preciso, como quero

O que preciso, como quero… mais ou menos. Mais para mais. Comecemos por o básico: o que são métodos de extensão? Em poucas palavras, métodos de extensão são uma forma de injetar funcionalidades escritas por “nós”, personalizadas, diretamente em tipos que tomamos como “fechados”, quer sejam os escritos por a Microsoft ou os escritos por o vizinho de cima. Quando escrevo “injetar funcionalidades” estou-me a referir a métodos implementados por nós que para o Visual Studio fazem parte de determinada classe, e que podem ser chamados a partir de uma instância.

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Programador ^ Gestor

Uma evolução típica na carreira de programador é chegar a gestor. O PM, a carinhosa abreviatura de Project Manager, é muitas vezes alguém que chega à gestão de projeto tendo feito um percurso técnico e, tantas vezes, sem formação em gestão.

O facto de se ser um bom programador não habilita ninguém a ser um bom gestor de equipa ou de projeto na área das tecnologias de informação. Infelizmente, é comum promover os melhores engenheiros de software a gestores menos capazes.

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Segurança em Redes Informáticas

O livro Segurança em Redes Informáticas (4.ª Ed. Aumentada) é uma obra, segundo o autor, destinada a administradores de redes ou alunos na área de segurança de redes.

Não é propriamente um livro de consulta de bolso devido ao seu conteúdo técnico e extensividade. O próprio autor indica que o livro Segurança em Redes Informáticas não pretende ser um catálogo de problemas e soluções.

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Estruturas de Dados e Algoritmos em C

Programação, a “linguagem do futuro” permite executar praticamente tudo, se não mesmo tudo aquilo que a nossa imaginação possa equacionar. No entanto o desenvolvimento de soluções de software de média e elevada complexidade trás consigo a necessidade de aprofundar os conceitos algorítmicos que no fundo são a base da programação.

É com esse mesmo objectivo de aprofundar os conceitos algorítmicos dos programadores que se apresenta este livro Estruturas de Dados e Algoritmos em C.

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Criando aplicações Windows Phone 8.1 e Windows 8.1 usando o App Studio da Microsoft

Este artigo tem como objetivo apresentar o App Studio da Microsoft, de forma a criar aplicações para Windows Phone 8.1 e Windows 8.1.

Há uns meses atrás a Microsoft lançou o Windows Phone App Studio Beta, serviço este que permite que qualquer pessoa sem conhecimentos de programação consiga criar aplicações para Windows Phone em apenas quatro passos: tenha uma ideia, adicione o conteúdo, escolha o estilo e use a aplicação. Recentemente, mais especificamente no evento //Build/ da Microsoft que se realizou no passado mês de Abril, foi lançada uma nova versão deste serviço e foi lançado também a versão Windows App Studio Beta, que para além das aplicações de Windows Phone, agora passamos a poder criar aplicações Windows 8.1 neste serviço.

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