O Windows Phone 8.1 e a atualização do Windows 8.1

Este artigo tem como objetivo apresentar as principais novidades do Windows Phone 8.1 e da atualização do Windows 8.1.

No passado dia 2 de Abril, foi apresentado pela Microsoft na keynote do //Build/, o Windows Phone 8.1 e uma atualização para o Windows 8.1. Para aqueles que não puderam assistir em direto no dia do evento, o vídeo da keynote está disponível em https://channel9.msdn.com/Events/Build/2014/KEY01. Continuar a ler

Revista PROGRAMAR nº 44 — Fevereiro 2014

Nesta edição continuaremos também a premiar os autores dos três melhores artigos, dado o sucesso nas edições anteriores. E os leitores devem dar a sua opinião para que possamos premiar correctamente. Para isso vote em http://bit.do/ProgramarED44_V.

Assim nesta edição trazemos até si, como artigo de capa, um artigo sobre Criar extensões para Google Chrome. Nesta 44ª edição pode ainda encontrar os seguintes artigos:

Criando extensões para Google Chrome

Google ChromeAtualmente o browser do nosso computador é um dos softwares mais utilizados diariamente, adicionalmente, temos inúmeros plugins que acrescentam funcionalidades extra. Um plugin é um pequeno software desenvolvido para adicionar funcionalidades extra a softwares maiores, como o exemplo dos browsers que utilizamos. Os plugins podem-nos ajudar a automatizar pequenas tarefas no dia-a-dia ou até melhorar a nossa experiência enquanto utilizadores da web.

Neste artigo que vos trago hoje, vou explicar como podemos desenvolver o nosso próprio plugin para o Google Chrome.

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JSF – parte 2 – Ambiente de desenvolvimento

Este segundo artigo da série incidirá sobre o processo de instalação e configuração do ambiente de desenvolvimento JSF, o que implica::

  • Instalação do JDK: o SDK do Java
  • Instalação do IDE: o NetBeans com plugins Java EE
  • Instalação e registo de um servidor aplicacional para Java: o Tomcat

De seguida, criar-se-á um projeto JSF que comprovará o sucesso da operação assim como ajudará a explicar os primeiros conceitos. Passemos à prática:

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Aplicação de Licenças de Utilizador no SharePoint 2013

De entre as várias novas funcionalidades incluídas no SharePoint 2013, há uma que injustamente me passou despercebida até recentemente: User License Enforcement (Aplicação de Licenças de Utilizador). Digo injustamente porque é uma funcionalidade que já fazia falta há muito tempo e acho que merece mais atenção do que tem recebido.

Até agora, qualquer utilizador com acesso a uma farm de SharePoint teria acesso a todas as funcionalidades incluídas na edição instalada do SharePoint (Standard ou Enterprise), independentemente do nível de CAL (Client Access License) que lhe esteja associado. Isto significa que, se uma empresa possui uma farm de SharePoint com licença Enterprise, qualquer utilizador conseguirá aceder a todas as funcionalidades Enterprise, mesmo que lhe tenha sido atribuída uma CAL Standard.

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Funções Anónimas

Neste artigo vamos falar de funções anónimas, da sua história,  a sua usabilidade e ainda mostrar dois exemplos de implementação. Um será em Python, enquanto o segundo será em JavaScript, ou seja, mais orientado para o contexto web. Mas antes de falarmos em funções anónimas vamos primeiro refletir sobre o que é uma função, que é algo, ligeiramente, complicado de explicar a um leigo em programação.

Já pensaram no que responderiam se lhes perguntassem o que é uma função? A mais simples resposta era fazer uma analogia com a Matemática: algo que aceita valores de entrada, transforma-os de alguma maneira e retorna algo no fim. Continuando com a analogia, em Matemática, costumamos dar nome às funções, assim como damos enquanto estamos a programar, mais corretamente designado por identificador. Agora imagine que tem uma função, mas que esse identificador não existia. Esta seria uma função que não tinha de estar ligada a qualquer identificador. Aqui temos o princípio básico das funções anónimas.

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Pascal – operator overloading

Várias são as linguagens nas quais podemos fazer overload de funções; esta funcionalidade permite que uma função possua várias versões que admitam diferentes conjuntos de argumentos, ficando o compilador encarregue de seleccionar qual dos overloads é o correcto aquando da invocação dessa função. Uma das linguagens com essa capacidade é o Object Pascal moderno.

Em Pascal, este tipo de polimorfismo também se aplica aos operadores, os quais podem de igual forma ser overloaded.

Na definição da linguagem Pascal segundo a documentação do Free Pascal, os tokens (palavras que constituem o código do nosso programa) podem pertencer a várias categorias, cada uma delas com funções ou características particulares. Uma dessas categorias é a dos operadores, os quais são um símbolo ou conjunto de dois símbolos, com uma função específica, admitindo um ou dois operandos e devolvendo um resultado. Os operadores são habitualmente funções com nomes e sintaxe especiais (nomes compostos por símbolos e invocação infixa, por oposição à tradicional invocação prefixa).

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Desbravando o goto!

Introdução

O assunto dos gotos é um dos tópicos mais discutidos nos fóruns de programação. Várias críticas são reiteradas para a sua não utilização, mas será o goto assim tão maléfico? Não terá realmente a sua utilidade? Com este artigo espero convencê-lo que o goto, como uma ferramenta de programação que é, tem lugar na sua caixa de ferramentas.

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