Este projecto é um interpretador de uma linguagem de programação bastante simples, com uma sintaxe semelhante ao português, que permite uma fácil aprendizagem de algoritmia e programação.
Arquivo anual: 2015
Revista PROGRAMAR nº 50 — Setembro de 2015
Mais três meses passaram, e a Revista PROGRAMAR está de volta, mesmo a tempo de assinalar o Dia do Programador. Como tema de capa, temos nesta edição o artigo Azure Logic Apps: o futuro dos backends?, da autoria de João Pedro Martins. Adicionalmente, contamos com mais 16 artigos (!), que listamos de seguida:
- Ninject – O Ninja das dependências (Nuno Caneco)
- Como usar base de dados SQLite em Windows 10 Universal Apps (Sara Silva)
- Como fazer o deploy de uma aplicação web com PrimeFaces no OpenShift (Ricardo Cabral)
- Manipulação ao nível do bit na Linguagem C (Patricio Domingues)
- Cria o teu cliente de 9GAG em 15 minutos, com OutSystems (António Pereira)
- Office Graph: A inteligência do Office 365 (André Vala)
- Um “cofre” para passwords simples e de baixo custo (António Pedro Cunha Santos)
- As novidades do C# 6 (Paulo Morgado)
- Análise do livro Introdução ao Cloud Computing (Ricardo Castro)
- Análise do livro Python – Algoritmia e Programação Web (Rita Peres)
- Análise do livro Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Android (Nuno Santos)
- Big Data: um conjunto de tecnologias imprescindíveis no futuro (Pedro Sarmento)
- Windows Hello: A autenticação biométrica no Windows 10 (Nuno Silva)
- Windows 10 IOT Core no Raspberry Pi 2 B (Ricardo Cabral)
- E que venham mais 50 edições! (Rita Peres)
- Projecto em destaque na comunidade P@P: Reach for 24 (António Pedro Cunha Santos)
Clique aqui para fazer o download desta edição!
Continuaremos também a premiar os autores dos três melhores artigos, dado o sucesso nas edições anteriores. E os leitores devem dar a sua opinião para que possamos premiar correctamente. Para isso vote em http://bit.do/ProgramarED50_V.
Conectando os pontos
Eis que chegamos à quinquagésima edição da Revista PROGRAMAR. Cinquenta edições, de muito trabalho, muito esforço, muita dedicação e uma história que já se escreve ao longo de nove anos, mais de uma centena de autores, arrisco dizer milhares de litros de café, uma imensidão de linhas de código, de desafios, de esforços de problemas e soluções.
Até aqui, passaram cinquenta edições da revista, passaram nove anos, a tecnologia reinventou-se sucessivamente! Nestes nove anos, cinquenta edições apareceram dispositivos que revolucionaram a maneira como lemos, agora nos tão habituais tablets, que em 2009 viram a sua popularidade entrar num ritmo desenfreado e de certa forma massificaram a leitura em formato digital, num tamanho de ecrã mais “confortável”. Foram criadas novas linguagens de programação, novas ferramentas, novos IDE’s, várias versões de sistemas operativos, acompanhamos os “pequenos” tornarem-se “grandes” como o já muitas vezes falado Raspberry Pi, que tem vindo a tornar-se mais popular.
Azure Logic Apps: o futuro dos backends?
Introdução
Em Março de 2015 a Microsoft anunciou o Azure App Service, uma evolução da oferta aplicacional Azure que funde dois serviços existentes – Web Sites e Mobile Services – com dois novos serviços: as Logic Apps, destinadas ao desenvolvimento rápido e visual de processos de negócio, e as API Apps que encapsulam funcionalidades autónomas reutilizáveis, consistindo ambos numa concretização tecnológica de uma arquitectura baseada em Microserviços.
O objectivo deste artigo é apresentar as Logic Apps, tanto em termos do seu contexto e arquitectura, como na utilização concreta e simbiose com as API Apps.
Ninject – O Ninja das dependências
O que é o Ninject?
O Ninject é uma biblioteca de software aberto que providencia uma framework de injecção de dependências (Dependency Injection ou DI) leve, fácil de integrar e de utilizar.
O padrão Dependency Injection determina que as dependências entre módulos da aplicação ou classes são determinadas por configuração ao invés de inicializadas pelo programador em código, pelo que permite aumentar o grau de desacoplamento das aplicações, garantindo maior flexibilidade na inicialização e execução da aplicação. Este padrão surge muitas vezes associado ao padrão Inversion of Control (IoC) que determina que o controlo aplicacional não é controlado na integrada pelo programador, mas sim por uma framework ou runtime.
O padrão DI é bastante utilizado em software empresarial porque, entre outras razões, ajuda a manter o desacoplamento dos módulos aplicacionais, permite manter o controlo do ciclo de vida dos objectos e facilita a implementação de testes automáticos.
Como usar base de dados SQLite em Windows 10 Universal Apps
Âmbito
Este artigo tem como objetivo mostrar como usar uma base de dados SQLite em Windows 10 Universal Apps, mais especificamente ligação à base de dados, obtenção e persistência de dados.
Introdução
Hoje em dia qualquer aplicação tem como requisito o uso de base de dados para armazenar os dados, desta forma existem várias soluções relacionais ou não, para o efeito. Uma solução muito usada nas aplicações móveis é o uso de base de dados SQLite, uma vez que é uma solução simples e fácil de usar. Em Windows 10 Universal Apps é possível usar base de dados SQLite, que atualmente se encontra numa versão preview, e que pode sofrer alterações até sair a versão final.
É sabido que a Entity Framework 7 irá suportar o Windows 10 Universal apps, no entanto este artigo não irá usar esta solução e será usada a biblioteca SQLite.Net-PCL, uma vez que é atualmente uma das bibliotecas mais simples de usar, e cujo código fonte está disponível no GitHub.
Como fazer o deploy de uma aplicação web com PrimeFaces no OpenShift
Neste artigo vou mostrar como importar a User interface (UI) Framework PrimeFaces (http://primefaces.org/) para o desenvolvimento de uma aplicação web de JavaServer Faces (JSF) utilizando NetBeans (https://www.netbeans.org) e alojar a mesma aplicação na plataforma OpenShift por SFTP.
O OpenShift Online (https://www.openshift.com) é um serviço em nuvem da Red Hat (http://www.redhat.com) para desenvolvimento de aplicações e alojamento ou seja é um Platform as a service (PaaS) que permite otimizar a aplicação web e não necessitamos de preocupar com a infraestrutura necessária para distribuir a aplicação web.
Manipulação ao nível do bit na Linguagem C
É sabido que um computador trabalha em modo binário, armazenando e manipulando bits, isto é, zeros e uns. Este artigo procura resumir as metodologias mais comuns para uso e manipulação de bits através da linguagem C.
Base binária, octal e hexadecimal
A designação bit identifica um valor da base binária. Como o nome sugere, a base binária é composta por dois valores distintos, representados por zero e um, daí também se designar por base dois. Assim, um bit pode assumir um desses dois valores, sendo muitas vezes empregue para representar um estado ativo (bit com o valor a 1) ou inativo (bit com valor a 0).
Reconhecimento de voz com JavaScript
Âmbito
Atualmente, o reconhecimento de voz tem várias aplicações no mundo real. O conceito de reconhecimento de voz está subjacente a softwares como o Siri e S-Voice. Esta aplicação pode melhorar drasticamente a usabilidade dos websites, principalmente para deficientes visuais. Por conseguinte, os utilizadores podem navegar pelas páginas ou preencher campos de formulário utilizando a sua voz.
Cria o teu cliente de 9GAG em 15 minutos, com OutSystems
A OutSystems Platform é uma plataforma de desenvolvimento made in Portugal que te permite desenvolver aplicações web e mobile. As aplicações são programadas visualmente, e publicadas na cloud. Estes dois factores fazem com que consigas entregar as tuas aplicações aos utilizadores muito rapidamente.
Embora seja uma plataforma desenvolvida em Portugal, a OutSystems Platform está em grande crescimento a nível mundial e já é utilizada por algumas das maiores empresas como a Siemens, a Vodafone ou a Mercedes-Benz.