Depois da casa roubada, trancas na porta!

Muito se tem falado desde a passada sexta-feira sobre cyber-segurança, mas antes disso pouco se dizia. Isso faz lembrar o ditado português, “depois da casa roubada, trancas na porta”. Ora bem, na passada sexta-feira, um ransomware, infectou imensos sistemas, colocando os dados reféns de um resgate a ser pago aos criadores do malware. Até aqui, nada de inédito, este tipo de ataques tem sido cada vez mais co- mum! O estranho é o “pânico” gerado em volta da situação e mais estranha será a falta de uma política “pró-activa” de prevenção!

Um ransomware, encripta os dados contidos nos discos rígidos e solicita um pagamento de um resgate! Bem, se existirem cópias de segurança, para quê pagar resgate? Restaura-se a cópia de segurança e recomenda-se aos “autores” do “dito cujo” que vão “plantar nabos num qualquer deserto”, porque os dados continuam disponíveis e o ataque foi apenas mais um fracasso! Situação em que se poderia dizer que “venha de lá o assalto” que as trancas estão na porta! Mas infelizmente numa grande quantidade de situações tal não aconteceu!

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