Quality Assurance – mas afinal do que se trata?

Embora a qualidade de um produto ou serviço seja fundamental, até há pouco tempo muitas empresas tendiam a dedicar muito grande parte do tempo disponível para entregar a desenvolver o maior número de requisitos possíveis (tentado cumprindo prazos) mas descurando a qualidade dos mesmos. Ou seja, trabalhava-se em quantidade e não em qualidade.

Com um mercado cada vez mais competitivo e clientes finais mais exigentes, as empresas começaram a exigir aos seus fornecedores de produtos e serviços mais qualidade ao invés de quantidade, ou seja, aceitavam que fossem entregues menos funcionalidades novas mas que as mesmas tivessem garantia de menos problemas e mais satisfação e credibilidade junto dos seus próprios clientes. Estas alterações trouxeram a necessidade de prioritização, implementação efectiva de metodologias de trabalho em equipa, etc.

Como normalmente o desenvolvimento de novas funcionalidades é feito de forma modular e individual, nem sempre possível a quem a desenvolve comprovar imparcialmente que o seu trabalho está com a qualidade expectável, e que a integração num produto mais complexo não irá introduzir problemas ou gerar conflitos com o que actualmente já existe.

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Leia o artigo completo na edição 60 da Revista PROGRAMAR