Rita Peres

Natural de Castelo Branco, licenciou-se em Engenharia Informática pela Universidade da Beira Interior. Membro do P@P desde Janeiro de 2010.

Automação com GENUINO

Introdução

A plataforma Genuino, tornou-se bastante popular ao longo dos anos, sendo uma das plataformas mais usadas em projectos de IoT e automação, tanto pelo seu baixo custo como pela sua capacidade de processamento e de I/O (input/output). Para os leitores que estão menos familiarizados com este tema, o Genuino é análogo da marca Arduino.cc, tendo sido criado pelos co-fundadores do Arduino Massimo Banzi, David Cuartielles, Tom Igoe e David Mellis. Na prática, o Genuino é usado para as boards vendidas fora dos EUA.

Isto é, a marca Genuino certifica também a sua autenticidade com a filosofia de hardware aberto e de código aberto que sempre caracterizou os valores do Arduino. As placas Genuino e Arduino partilham os mesmos componentes e as mesmas características. São as mesmas boards, mas a “marca” do circuito é determinada pelo país. O Arduino é comercializado dentro dos EUA e o Genuino fora dos EUA.

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Shift Appens 2016 – Coimbra

Dia 19, 20 e 21 de Fevereiro de 2016, Coimbra encheu-se de jovens (e alguns menos jovens) dispostos a escrever um novo mundo em código.

O Pavilhão Centro de Portugal, nas margens do Rio Mondego encheu-se de vida pra um dos mais conhecidos hackathons portugueses. Os participantes foram maioritariamente estudantes ligados à informática, contudo desta vez o evento abriu as portas também a quem já deixou de ser estudante. Organizado pelo Núcleo de Estudantes de Informática da Associação Académica de Coimbra e pela Jeknowledge, este evento superou as expectativas dos participantes.

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Raspberry Pi 3 Model B

Raspberry Pi 3 Model BDefinitivamente o Raspberry Pi veio para ficar. Na última edição da PROGRAMAR falamos de um novo membro da família, o Raspberry Pi Zero. Passados 3 meses, estamos a falar-vos de mais um novo membro. O Raspberry Pi 3.

A fundação que ultimamente nos tem habituado a ter novidades em curtos espaços de tempo, voltou a “surpreender” os seguidores mais fieis.

Se o Pi zero nos fazia voltar à simplicidade do circuito, o Pi 3 assume-se como o mais bem “preparado” da família, superando o seu antecessor o Pi 2, como alias, seria esperado.

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Christmas_tree.cpp

#include “stdafx.h”
#include<stdio.h>
 void main()
  { int rows,starNo,spaceNo;  //Perguntar e definir metas próprias
      printf(“Enter Rows:\n”); scanf(“%d”,&rows);
               // Definir o algoritmo
      for(int i=1;i<=rows;i++) {starNo=i*2-1; spaceNo=i+rows-starNo;
       for(int j=0;j<spaceNo;j++) {printf(“%c”,’ ‘);}
       for(int k=0;k<starNo;k++)  {printf(“%c”,’*’);}
      printf(“\n”); }
    //Continuar a apostar no algoritmo
     for(int l=0;l<3;l++){ for(int m=0;m<(rows*2+1)/2;m++) {printf(“%c”,’ ‘);} 
       printf(“%c\n”,’*’); } printf(“\n “);
 /*

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Plotagem de dados “em tempo real” com Python usando matPlotLib

Introdução

Uma das tarefas mais comuns quando se trabalha com aquisição de dados, é a representação dos mesmos em gráficos, de forma a serem mais facilmente interpretáveis pelo utilizador. Na verdade seja para um uso de hobbie, seja para uma utilização mais científica ou profissional, na maior parte dos casos, acabamos quase sempre por preferir a leitura gráfica dos dados, o que nos permite rapidamente uma noção mais ampla do contexto visível.

Como é do conhecimento do leitor, hoje em dia existe uma grande quantidade de dispositivos que transmitem dados via USB, usando conversão USB – Série, para a transmissão dos dados adquiridos, referentes a um ou mais parâmetros num contexto ou ambiente. No entanto o que a maioria dos dispositivos tem em comum, é a forma como transmite os dados para o computador, normalmente usando um cabo USB ou série e transmitindo os dados em formato de texto simples. Ao longo deste artigo irá ser apresentado o código para receber dados de um conjunto de quatro sensores independentes, ligados a um mesmo dispositivo que os transmite via RS232 e posterior apresentação em modo gráfico, usando a linguagem Python e a biblioteca matplotlib, para nos desenhar o gráfico em tempo “quase real”. (Para os mais distraídos a transmissão via RS-232 é um padrão de protocolo para troca serial de dados binários entre um DTE – Data Terminal Equipment e um DCE – Data Communication Equipment. Normalmente usado nas portas série dos computadores.)

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Python – Algoritmia e Programação Web

Para a review desta edição, chegou-me às mãos o livro Python – Algoritmia e Programação Web de José Braga Vasconcelos.

Doutorado em Ciências da Computação pela Universidade de York (UK), José Vasconcelos, leva-nos, através deste livro, a novos conhecimentos.

Sendo o Python uma linguagem de programação que cada vez mais se afirma quer no mundo académico, quer no mundo empresarial, este livro pode ser uma boa aposta a todos os que querem iniciar-se nesta linguagem ou aprofundar conhecimentos.

Destinado a profissionais e a alunos das áreas das tecnologias de informação, pode também ser lido por todo o público em geral que se interesse pelo assunto.

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E que venham mais 50 edições!

E eis caros leitores, que chegamos ao fim de mais uma edição da nossa PROGRAMAR. Esta é uma edição especial para todos nós e esperamos que também o seja para todos vós que nos lêem e seguem edição após edição.

Nunca será demais dizer-vos, e agradecer-vos, a vossa “presença”. A cada download. A cada visualização.

Chegados à quinquagésima edição, aqui na PROGRAMAR aproveitamos a ocasião para recordar um pouco o passado. Um passado recente, construído página por página.

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#PGGD26 – Girls in ICT Day 2015

Portugal Geek Girl DinnersNo passado dia 23 de Abril a Programar marcou presença no PGGD26 – Girls in ICT Day 2015 – Lisboa.

Antes de mais, para os mais distraídos, os Girl Geek Dinners foram criados em Londres, há 10 anos atrás. Nasceram de uma necessidade da fundadora, Sarah Blow, que procurou juntar as mulheres da área da tecnologia. Em Portugal, o PGGD ou Portugal Geek Girl Dinners nasceu em 2010, pela mão da Vânia Gonçalves.

Presentes já em várias cidades portuguesas, (Braga, Guimarães, Coimbra, Leiria, Lisboa e Porto), os PGGD têm juntado cada vez mais adeptas (e adeptos, sim, porque eles também pode ir, desde que sejam acompanhantes das Geek Girls!)

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