Rita Peres

Natural de Castelo Branco, licenciou-se em Engenharia Informática pela Universidade da Beira Interior. Membro do P@P desde Janeiro de 2010.

E que venham mais 50 edições!

E eis caros leitores, que chegamos ao fim de mais uma edição da nossa PROGRAMAR. Esta é uma edição especial para todos nós e esperamos que também o seja para todos vós que nos lêem e seguem edição após edição.

Nunca será demais dizer-vos, e agradecer-vos, a vossa “presença”. A cada download. A cada visualização.

Chegados à quinquagésima edição, aqui na PROGRAMAR aproveitamos a ocasião para recordar um pouco o passado. Um passado recente, construído página por página.

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#PGGD26 – Girls in ICT Day 2015

Portugal Geek Girl DinnersNo passado dia 23 de Abril a Programar marcou presença no PGGD26 – Girls in ICT Day 2015 – Lisboa.

Antes de mais, para os mais distraídos, os Girl Geek Dinners foram criados em Londres, há 10 anos atrás. Nasceram de uma necessidade da fundadora, Sarah Blow, que procurou juntar as mulheres da área da tecnologia. Em Portugal, o PGGD ou Portugal Geek Girl Dinners nasceu em 2010, pela mão da Vânia Gonçalves.

Presentes já em várias cidades portuguesas, (Braga, Guimarães, Coimbra, Leiria, Lisboa e Porto), os PGGD têm juntado cada vez mais adeptas (e adeptos, sim, porque eles também pode ir, desde que sejam acompanhantes das Geek Girls!)

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1010 ENEI

ENEI 1010Nos últimos dias de Março, Coimbra, que por si só é a cidade dos estudantes, tornou-se na cidade anfitriã e recebeu ainda mais estudantes de todo o país (e não só!) que não quiseram deixar de marcar presença no evento que todos os anos une os amantes da informática.

A Programar esteve também, a convite da organização, no 1010 ENEI. O evento ocorreu de 27 a 30 de Março e teve o apoio de algumas das maiores empresas informáticas (e não só) do nosso país.

Foram 4 dias de muitas palestras, de muitos debates, workshops e discussões que permitiram a todos os que por lá passaram, aumentarem e partilharem conhecimentos. Nenhuma temática foi esquecida e todos os ramos da informática tiveram direito à sua representação desde a mais pequena linha de programação à segurança informática mais restrita.

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Raspberry Pi2 – Evolução ou Revolução?

Raspberry Pi 2Há poucas semanas foi anunciado o novo Raspberry Pi2. Foi colocado à venda ao público e em poucos dias estava esgotado, aliás na altura em que escrevo este artigo, as lojas da especialidade continuam com o pequeno Pi2 fora de stock.

Eu própria não fui a tempo da loucura que envolveu o novo lançamento, as lojas da especialidade que procurei online todas me diziam que estavam sem stock. Com um pouco de sorte, e com o dedo de um amigo meu à mistura, o qual aproveito desde já para deixar um agradecimento pessoal (Miguel Conceição, sem ti, este artigo não teria o campo experimental que teve), eis que me chegou o Raspberry Pi2 às mãos.

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Raspberry Pi em versão melhorada

algumas edições atrás falámos do Raspberry Pi, o micro computador que ganhava cada vez mais adeptos. Pois bem, desta vez o Raspberry Pi voltou com uma versão melhorada de si mesmo. Falamos, caro leitor, do modelo B+.

Raspberry Pi: modelo B vs modelo B+Para aqueles que não se recordam, as primeiras versões deste “brinquedo” (versão A e versão B) começaram a ser comercializadas em 2012, nascidas de uma colaboração entre a Universidade de Cambridge e a Fundação Raspberry Pi. Em 2014 vemos então esta parceria lançar uma versão melhorada do modelo B. Usando estas duas versões para comparativo, elas “pouco” diferem uma da outra; uma das diferenças que salta à vista é o facto do B+ ter agora quatro entradas USB, sendo que o seu homólogo tinha apenas duas.

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Implementação de Árvores de Vantagem

Nesta edição, em que estamos em pleno Outono e muitas das nossas ruas se cobrem de mantos de folhas, propomos ao leitor uma vista mais reforçada às árvores… Mais concretamente pelas árvores binárias e pelas árvores de vantagem.

Os que me conhecem, sabem que esta foi uma temática que me deu algumas dores de cabeça, mas no fim de contas, este foi um assunto que confesso, ter valido a pena ter aprofundado.

Antes de prosseguirmos vamos recordar, ao leitor, uma característica fundamental das árvores binárias. Este esquema de representação de dados torna-se bastante útil quando queremos armazenar um grande número de dados, contudo as árvores binárias são sempre ordenadas tendo em consideração uma chave ou atributo específico. Todos os elementos à esquerda de um elemento da árvore têm uma chave inferior ao elemento em que estamos e todos os elementos à direita têm uma chave superior.

No exemplo implementado para este artigo, simulámos uma aplicação disponível numa rede de stand de automóveis, em que cada automóvel que essa rede detém, é identificado por um número de série (único), pela cor, marca, ano e ainda qual o número de jante que esse automóvel tem.

A Concepção de uma Ideia Programável

Numa altura em que estamos perante o “BOOM” das aplicações para tablets e smartphones, e aproveitando o mote de um outro artigo desta edição, o Programar é a linguagem do Século XXI, convido agora os leitores a conhecer ou a recordar uma outra vertente da programação. A fase inicial, aquela em que passamos pela concepção de uma ideia e a trabalhamos antes de a colocarmos em prática. Acredito piamente, tal como escreveu Nuno Santos, que “Quantas vezes cada um de nós já deu por si a pensar que uma determinada aplicação seria tão útil para o decorrer do nosso dia-a-dia?”

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Dispositivo Android: Ser ou Ser reconhecido pela Google

Nos dias que correm, em que as novas tecnologias praticamente dominam a nossa atenção, há um sistema operativo que ganhou bastante destaque nos últimos anos. Neste artigo vamos falar do Sistema Android.

Para os leitores mais distraídos, este sistema é baseado em Linux, tem como mascote o verdinho Bugdroid e o nome Android faz ainda este ano, 10 anos de existência. Em Outubro de 2003, era fundada a Android Inc, em Palo Alto.

Esta empresa tinha como meta desenvolver um sistema operativo para as máquinas fotográficas digitais, contudo, deixaram de lado a ideia inicial para desenvolverem um sistema operativo baseado em linux para a plataforma móvel para fazer frente, por exemplo, ao sistema Symbian.

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