Arquivo da Categoria: Electrónica

Artigos da secção “Electrónica”.

O problema da falta de GPIO pins

Introdução

Numa esmagadora maioria dos circuitos usados em IoT e em automação de uma forma geral, como o caso do Arduino/Genuino, existem algumas limitações em termos de pinos analógicos, que nos podem complicar a tarefa de ligar sensores. Por exemplo, no Arduino/Genuino Uno, apenas são disponibilizados 6 pinos analógicos que vão de A0 a A5, respetivamente.

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Criptografia e segurança por hardware com Arduino/Genuino ou outros sistemas por I2C

Introdução ao problema

Cada vez mais se lêem notícias sobre os perigos da internet das coisas, desde um ataque massivo de negação de serviço distribuída (Distributed Denial of Service) que excedeu larguras de banda de 799Gbps, até botnets de dispositivos IoT, etc…

Uma das preocupações de quem desenvolve produtos IoT, sejam software, hardware ou ambos, acaba por ser a segurança desses dispositivos, e até que ponto a segurança por software é suficiente num dispositivo que pode controlar por exemplo, um sistema de alarme, ou o controlo de aquecimento, etc…

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Introdução ao Arduino

Está na moda o conceito Internet of Things, que se refere à capacidade de interagir com dispositivos físicos, obtendo informação/métricas (e.g., temperatura, humidade, etc.) e enviando comandos/acções (e.g., abrir porta, ligar ar condicionado, etc.).

O conceito, que não é novo, implica colaboração entre profissionais de electrónica, programadores e até DBAs. Este workshop é adequado para programadores e DBAs que têm poucos conhecimentos de electrónica, dando-lhes uma introdução à utilização de Arduino (actualmente referido como Genuino na Europa), uma das mais conhecidas plataformas de electrónica utilizada nesta área.

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Automação com GENUINO

Introdução

A plataforma Genuino, tornou-se bastante popular ao longo dos anos, sendo uma das plataformas mais usadas em projectos de IoT e automação, tanto pelo seu baixo custo como pela sua capacidade de processamento e de I/O (input/output). Para os leitores que estão menos familiarizados com este tema, o Genuino é análogo da marca Arduino.cc, tendo sido criado pelos co-fundadores do Arduino Massimo Banzi, David Cuartielles, Tom Igoe e David Mellis. Na prática, o Genuino é usado para as boards vendidas fora dos EUA.

Isto é, a marca Genuino certifica também a sua autenticidade com a filosofia de hardware aberto e de código aberto que sempre caracterizou os valores do Arduino. As placas Genuino e Arduino partilham os mesmos componentes e as mesmas características. São as mesmas boards, mas a “marca” do circuito é determinada pelo país. O Arduino é comercializado dentro dos EUA e o Genuino fora dos EUA.

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Aquisição de dados via TCP/IP com Genuino (Arduino)

Introdução

Recentemente a tão conhecida marca Arduino , fundada por Massimo Banzi, David Cuartielles, Tom Igoe e David Mellis e toda uma comunidade, sofreu uma mudança de nome, para os produtos destinados a outros mercados fora dos EUA, passando a usar o nome Arduino apenas nos EUA e o nome Genuino, em todos os restantes mercados. Falo em marca, pois não se refere apenas a uma board, mas a toda uma “marca” de circuitos baseados em microcontroladores e projectos com base numa mesma filosofia de open-hardware. Não me alongando mais sobre o tema, esta mudança teve origem numa questão legal, que é muito bem apresentada por Maximo Banzi, no keynote que apresentou na Maker Fair e pode ser visto no youtube. Assim sendo, de agora avante, neste artigo, o circuito anteriormente conhecido por Arduino, será designado por Genuino.

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Um “cofre” para passwords simples e de baixo custo

Introdução

Um dos mais comuns e mais falados problemas de segurança de um sistema de informação são as passwords sem “qualidade” muitas vezes motivadas pela dificuldade de memorização das mesmas.

De forma a enquadrar o leitor, cada password deve ter um comprimento adequado e preferencialmente não ser previsível. Por exemplo, uma password como 1979aMelhorGeracaoDeSempre! (27 caracteres), é previsível se considerarmos que o utilizador nasceu em 1979 e possivelmente falará imenso desse facto gabando a sua geração. Neste caso, apesar de ser fácil de memorizar, é relativamente simples de “adivinhar”, ou melhor deduzir, por parte de alguém que pretenda obter acesso ao sistema no qual o utilizador em causa usa esta password.

Por outro lado, passwords com qualidade como: zb8@g-DMK&7@%pRyhE45DhbbPs$!angSRhHNUenBpu4AZ4+$KLA-gcJFYfdwV=yN$RXw6TmD-YTpBf9?dWRkRAXu35XhwE=d*!vt53-m8dq34fmr?cCAv#k#u*gsSdgg (128 caracteres), apesar de serem praticamente impossíveis de deduzir, são demasiado complexas para serem memorizadas, tornando o seu uso difícil e praticamente inviável.

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Conexão de Arduino ao Unity

O mundo da tecnologia é motivado e “limitado” pela imaginação de cada um. Desta feita o artigo desta edição prende-se com a ligação de um micro-controlador Arduino ao conhecido Game Engine Unity.

O objetivo deste artigo é explicar como proceder à ligação de um micro-controlador Arduino ao Unity e usar este como uma espécie de “comando” para o jogo criado no Unity. Será um exemplo extremamente simples que resultará no controlo de um simples sprite no eixo do X sem qualquer animação especial.

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Andon

Ando há anos a tentar vender a ideia, de que na automatização de pequenos processos industriais, é possível substituir os autómatos por pequenos microcontroladores, no meu caso o Arduino. As vantagens são suficientemente aliciantes para avançar com estes projectos :

  • Baixo custo do microcontrolador (Arduino, cerca de 40€)
  • Linguagem muito perto do C , com muitas librarias para os mais diversos fins.

O que vos mostro de seguida, é um processo industrial real, que uma equipa na qual eu participei construiu e pôs em funcionamento, com um orçamento inferior a 1000€.

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Introdução ao Arduino

Introdução

É objectivo deste artigo dar a conhecer o Arduino. Esta “ferramenta” com enormes potencialidades, que pode ser utilizada por todos, tenham ou não conhecimentos de electrónica devido à sua enorme simplicidade de utilização.

O Arduino tem ainda muita margem de desenvolvimento, começando como um pequeno projecto educacional evoluindo até aos dias de hoje. Dentro das suas vantagens pode-se encontrar o facto de ser open-source, correndo em ambiente Linux, Macintosh e Windows, tendo ainda o aliciante de ser bastante económico comparativamente com “ferramentas” de iguais funcionalidades disponíveis no mercado.

Para apresentar este tema com maior simplicidade, o que não significa menor rigor, torna-se necessário dividí-lo em duas partes distintas: hardware e software, e fazer a sua ligação.

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