Arquivo da Categoria: No Code

Artigos da secção “No Code”.

Raspberry Pi Zero W

Com o intuito de comemorar o quinto aniversário da família Raspberry Pi, o fim de Fevereiro de 2017 trouxe mais uma novidade a esta conhecida família. Como não podia deixar de ser, aqui na Programar continuamos a ser fãs desta temática, motivo pelo qual não hesitamos em dedicar-lhe algumas linhas nesta edição.

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Interface Humano – Computador, Nanotecnologia e a dependência tecnológica

Introdução

O presente release tem por finalidade abordar como a criação de interfaces avançadas propiciam novos avanços em diferentes áreas do conhecimento. Neste contexto, o foco discutido permeia questões sobre a criação e o desenvolvimento da nanotecnologia que pode estar direta ou indiretamente alterando a interação do homem com o computador.

Um ponto evidente é que o imaginário proposto nas produções cinematográficas, principalmente no que tange a ficção científica apresenta grandes possibilidades de aplicação no uso de Interfaces Humano-Computador (doravante IHC), tanto no aspecto positivo e benevolente como pode ser percebido na produção “Viagem Fantástica” (Fantastic Voyage) de 1966, como no aspecto sombrio e devastador na produção “Exterminador do Futuro” (The Terminator) de 1984. Cabe como ilustração um breve comentário sobre o filme “Minority Report” de 2002 que apresenta um estilo de interface, introduzida tempo depois no console de videogame XBOX da empresa Microsoft com o periférico Kinect o qual proporciona uma mecânica de jogabilidade semelhante à mostrada no filme.

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A primeira comunidade portuguesa de mulheres em tecnologia apresenta-se com novo nome e objetivos mais ambiciosos

Seis anos depois de ser criada, a primeira comunidade portuguesa de mulheres em tecnologia apresentou em setembro do corrente ano um novo nome, imagem, site e objetivos mais ambiciosos.

Em 2010 nasceu em Portugal a primeira comunidade para juntar e dar a conhecer mulheres na área da tecnologia — Portugal Girl Geek Dinners (PGGD).

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Instalando um servidor VPN num Raspberry Pi

Introdução

Uma rede privada virtual (VPN) é uma rede de comunicações privada, construída sobre uma rede de comunicações pública, como o caso da internet. O tráfego de dados é transmitido pela rede pública, mas encriptado de forma a não permitir que esteja acessível a quem não é destinado. Uma VPN é apenas uma ligação estabelecida sobre uma infraestrutura pública ou compartilhada, usando tecnologias de tunelamento e criptografia para manter seguros os dados transmitidos.

A importância do uso de VPNs é cada vez mais falada, uma vez que o uso de hotspots wifi abertos é cada vez maior. Isto torna cada vez mais comum o uso de locais onde existam hotspots, pontos de frequentes ataques, recorrendo a dispositivos simples e muitas vezes feitos propositadamente para o efeito de levar a cabo intercepção e captura de dados contendo passwords, sessões, etc…

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Segurança Familiar Microsoft no Windows 10: Um guia para Pais e Educadores

Introdução

Quando uma criança começa a dar os primeiros passos no mundo da Internet, existe uma natural preocupação dos pais e educadores em relação à segurança. Tendo em conta os perigos que uma navegação na web não vigiada pode representar, é necessário consciencializar as crianças para um conjunto de práticas a evitar enquanto estão online, como por exemplo, a cedência de dados pessoais a desconhecidos que possam facilitar a identificação destes jovens, a divulgação de informações sobre os seus amigos sem consentimento prévio dos mesmos, a partilha de imagens ou vídeos que possam ser usados para fim ilícitos como “sextortion”, a participação  em discussões nas redes sociais que fomentem  ou estejam de alguma forma associada a violência ou cyberbullying, entre muitas outras.

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GameJAM

O Global Game Jam é o maior evento de jam (criação de jogos) do mundo que acontece em locais físicos por todo o mundo . É um hackathon focado no desenvolvimento de jogos. É o crescimento de uma ideia de que, no mundo fortemente conectado, poderíamos unir-nos, ser criativos, compartilhar experiências e expressarmo-nos de muitas maneiras usando jogos de vídeo. É um fim de semana de criação de jogos, num processo iterativo em que todas as etapas se realizam em poucos dias.

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Entrevista a: Edite Amorim

Revista PROGRAMAR (RP): Fale-me um pouco de si e do seu percurso.

Edite Amorim (EA):  Hum… Nasci no Porto em 80, e estudei na Póvoa de Varzim, onde vivi até aos 26 anos. Era muito distraída na escola, estava sempre a mil com cem ideias e demasiada energia. Falava muito. Fiz patinagem artística 12 anos, estive para ir para a Escola Profissional de Teatro e em vez disso fiz o Secundário na área de Desporto.

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A Vida na Cloud

O que é a Cloud? Onde está? Todos já ouvimos falar dela e muitos utilizam-na sem sequer saberem. Em termos simplistas a Cloud consiste em armazenar e ter acesso a dados e aplicações na internet, em vez das mesmas estarem no nosso próprio computador. A Cloud, ou a nuvem, foi uma metáfora para a internet desde sempre, já que representa os diferentes cenários nos quais recursos computacionais são disponibilizados por uma rede. Mais do que disponibilizar recursos de hardware e/ou software, a Cloud permite disponibilizar uma gama de recursos virtuais ou físicos remotamente, por oposição ao acesso a esses recursos locais em discos rígidos, o que se denomina normalmente por armazenamento local.

Uma das principais vantagens da Cloud é a escalabilidade, ou seja, a capacidade de uma aplicação em se adaptar a um novo contexto em que sejam necessários mais ou menos recursos. Imaginemos um portal web que a partir de certa altura devido ao seu crescimento precisa de mais memória ou CPUs para dar resposta aos pedidos, ou então a situação inversa em que se chega à conclusão de que não são necessários tantos recursos para a aplicação funcionar. Com a Cloud é possível aumentar e diminuir esses recursos, sendo que o utilizador apenas paga o que está a usar ao invés de uma situação em que tem de manter a infra-estrutura física e virtual, independentemente se esta está ou não a ser utilizada.

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A Industria Alimentar Aliada às T.I.

Para esta edição da Programar, aceitei o desafio de escrever um artigo que pretende relacionar a indústria alimentar com o sector das Tecnologias de Informação. Todos sabemos que por trás de um sistema informático, está pelo menos um programador. E um programador é por si só, um facilitador de processos. O exemplo prático que irei apresentar ao leitor reflete a ascensão que os sistemas informáticos estão a ter na indústria alimentar. Este é um dos temas em que estou a trabalhar atualmente na minha dissertação de Mestrado em Engenharia Alimentar (Instituto Superior de Agronomia). Ao estagiar numa pequena empresa que se encontra na fase de implementação é fundamental perceber o impacto que um sistema informático pode causar no dia-a-dia da produção, pois este permite uma melhor gestão e um acesso praticamente imediato à informação.

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