Arquivo da Categoria: No Code

Artigos da secção “No Code”.

A primeira comunidade portuguesa de mulheres em tecnologia apresenta-se com novo nome e objetivos mais ambiciosos

Seis anos depois de ser criada, a primeira comunidade portuguesa de mulheres em tecnologia apresentou em setembro do corrente ano um novo nome, imagem, site e objetivos mais ambiciosos.

Em 2010 nasceu em Portugal a primeira comunidade para juntar e dar a conhecer mulheres na área da tecnologia — Portugal Girl Geek Dinners (PGGD).

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Instalando um servidor VPN num Raspberry Pi

Introdução

Uma rede privada virtual (VPN) é uma rede de comunicações privada, construída sobre uma rede de comunicações pública, como o caso da internet. O tráfego de dados é transmitido pela rede pública, mas encriptado de forma a não permitir que esteja acessível a quem não é destinado. Uma VPN é apenas uma ligação estabelecida sobre uma infraestrutura pública ou compartilhada, usando tecnologias de tunelamento e criptografia para manter seguros os dados transmitidos.

A importância do uso de VPNs é cada vez mais falada, uma vez que o uso de hotspots wifi abertos é cada vez maior. Isto torna cada vez mais comum o uso de locais onde existam hotspots, pontos de frequentes ataques, recorrendo a dispositivos simples e muitas vezes feitos propositadamente para o efeito de levar a cabo intercepção e captura de dados contendo passwords, sessões, etc…

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Segurança Familiar Microsoft no Windows 10: Um guia para Pais e Educadores

Introdução

Quando uma criança começa a dar os primeiros passos no mundo da Internet, existe uma natural preocupação dos pais e educadores em relação à segurança. Tendo em conta os perigos que uma navegação na web não vigiada pode representar, é necessário consciencializar as crianças para um conjunto de práticas a evitar enquanto estão online, como por exemplo, a cedência de dados pessoais a desconhecidos que possam facilitar a identificação destes jovens, a divulgação de informações sobre os seus amigos sem consentimento prévio dos mesmos, a partilha de imagens ou vídeos que possam ser usados para fim ilícitos como “sextortion”, a participação  em discussões nas redes sociais que fomentem  ou estejam de alguma forma associada a violência ou cyberbullying, entre muitas outras.

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GameJAM

O Global Game Jam é o maior evento de jam (criação de jogos) do mundo que acontece em locais físicos por todo o mundo . É um hackathon focado no desenvolvimento de jogos. É o crescimento de uma ideia de que, no mundo fortemente conectado, poderíamos unir-nos, ser criativos, compartilhar experiências e expressarmo-nos de muitas maneiras usando jogos de vídeo. É um fim de semana de criação de jogos, num processo iterativo em que todas as etapas se realizam em poucos dias.

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Entrevista a: Edite Amorim

Revista PROGRAMAR (RP): Fale-me um pouco de si e do seu percurso.

Edite Amorim (EA):  Hum… Nasci no Porto em 80, e estudei na Póvoa de Varzim, onde vivi até aos 26 anos. Era muito distraída na escola, estava sempre a mil com cem ideias e demasiada energia. Falava muito. Fiz patinagem artística 12 anos, estive para ir para a Escola Profissional de Teatro e em vez disso fiz o Secundário na área de Desporto.

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A Vida na Cloud

O que é a Cloud? Onde está? Todos já ouvimos falar dela e muitos utilizam-na sem sequer saberem. Em termos simplistas a Cloud consiste em armazenar e ter acesso a dados e aplicações na internet, em vez das mesmas estarem no nosso próprio computador. A Cloud, ou a nuvem, foi uma metáfora para a internet desde sempre, já que representa os diferentes cenários nos quais recursos computacionais são disponibilizados por uma rede. Mais do que disponibilizar recursos de hardware e/ou software, a Cloud permite disponibilizar uma gama de recursos virtuais ou físicos remotamente, por oposição ao acesso a esses recursos locais em discos rígidos, o que se denomina normalmente por armazenamento local.

Uma das principais vantagens da Cloud é a escalabilidade, ou seja, a capacidade de uma aplicação em se adaptar a um novo contexto em que sejam necessários mais ou menos recursos. Imaginemos um portal web que a partir de certa altura devido ao seu crescimento precisa de mais memória ou CPUs para dar resposta aos pedidos, ou então a situação inversa em que se chega à conclusão de que não são necessários tantos recursos para a aplicação funcionar. Com a Cloud é possível aumentar e diminuir esses recursos, sendo que o utilizador apenas paga o que está a usar ao invés de uma situação em que tem de manter a infra-estrutura física e virtual, independentemente se esta está ou não a ser utilizada.

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A Industria Alimentar Aliada às T.I.

Para esta edição da Programar, aceitei o desafio de escrever um artigo que pretende relacionar a indústria alimentar com o sector das Tecnologias de Informação. Todos sabemos que por trás de um sistema informático, está pelo menos um programador. E um programador é por si só, um facilitador de processos. O exemplo prático que irei apresentar ao leitor reflete a ascensão que os sistemas informáticos estão a ter na indústria alimentar. Este é um dos temas em que estou a trabalhar atualmente na minha dissertação de Mestrado em Engenharia Alimentar (Instituto Superior de Agronomia). Ao estagiar numa pequena empresa que se encontra na fase de implementação é fundamental perceber o impacto que um sistema informático pode causar no dia-a-dia da produção, pois este permite uma melhor gestão e um acesso praticamente imediato à informação.

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A Engenharia de Software, a qualidade final do software e o papel do profissional de desenvolvimento

O termo Engenharia de Software como é conhecido foi cunhado e usado pela primeira vez pelo professor Friedrich Ludwig Bauer em 1968 na primeira conferência dedicada ao assunto patrocinada pelo NATO Science Committee (NAUR & RANDELL, 1969). Seu surgimento decorreu da análise feita na época sobre as condições da indústria de software que estava entrando em um período crítico de colapso que ficou conhecido pela alcunha de crise do software que teve seu início em meados da década de 1960, quando os programas existentes tornaram-se difíceis de serem mantidos, estendendo-se até o final da década de 1970 (PRESSMAN, 1995, p. 6).

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Entrevista a Vânia Gonçalves

Vânia GonçalvesRevista PROGRAMAR (RP): Fale-me um pouco de si e do seu percurso na área das tecnologias.

Vânia Gonçalves (VG): Sou licenciada em Eng. Informática e Computação pela FEUP e antes da conclusão do curso comecei a trabalhar nas áreas de desenvolvimento de software e segurança e gestão de redes. Mais tarde concluí um Mestrado em Políticas Tecnológicas pela Universidade de Cambridge e desde então tenho-me focado mais na investigação da gestão de inovação tecnológica, políticas e modelos de negócio associados. Atualmente sou docente convidada do Departamento de Engenharia Informática da FEUP e Coordenadora de projetos de Investigação e Desenvolvimento na NMusic.

RP: Como surgiu a comunidade Portugal Girl Geek Dinners e qual a sua missão?

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