Revista PROGRAMAR nº 7 — Março 2007

Abrimos o mês de Março com mais uma edição da Revista PROGRAMAR, um pouco mais tarde que o habitual, mas temos a certeza que a espera valeu a pena.

Nesta edição poderá encontrar, entre muitos outros assuntos, programação em WML, um novo paradigma computacional: a Programação Orientada a Aspectos, Iniciação ao C e Estatísticas em PHP. Mas o melhor é ver mesmo a lista completa.

Um ano, seis edições

Esta sexta edição marca o final do primeiro ano da Revista PROGRAMAR. Para nós trata-se de um feito, para além de termos conseguido editar seis edições, o facto de o projecto ter crescido de edição para edição, com mais e melhores artigos, mais participantes e, principalmente, mais leitores. Muitas vezes, neste tipo de projecto, o mais difícil não é reunir um conjunto de artigos e formar uma revista, é conseguir manter o projecto activo e, se possível, em evolução,na direcção dos leitores. Continuar a ler

Estruturas de dados

Nesta série de artigos vamos deslindar um assunto que para muitos é difícil de encaixar e para outros é como somar 1 + 1.

No primeiro capitulo desta série de artigos vamos abordar os sistemas numéricos.

Como a maioria dos leitores sabem, o computador não interpreta os números como nós e tem as suas limitações aritméticas. Isto porque o processador apenas trabalha com impulsos eléctricos e estes so podem tomar 2 valores: 0 e 1, representando assim a ausência e a presença, respectivamente, desses ditos impulsos.

Portanto estamos diante um sistema numérico binário.

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Python – Introdução

Introdução

O Python é, como o seu autor diz, uma linguagem de programação interpretada, interactiva, orientada a objectos e dinâmica.

Ao contrário de muitas outras linguagens de programação, a delimitação dos blocos de instruções é feita por alinhamento (indentação), ou seja, não há delimitadores como o begin e end do Pascal, ou { e } da linguagem C. Além disso oferece tipos de dados de alto nível como strings, dicionários, listas, tuplas, classes, etc.

A sintaxe é fácil de compreender e domina-se rapidamente, sendo essas duas características consideradas grandes vantagens da linguagem.

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Introdução aos Exploits

Um exploit não é nada mais que um código capaz de explorar uma falha num segmento de código ou software. Do inglês, significa literalmente em português “explorar”.

No mundo da segurança informática, denomina-se exploit um método capaz de tirar proveito de um bug (falha) de um software provocando comportamentos não pretendidos do software, frequentemente para conseguir escalar privilégios, obter controlo do sistema ou negar serviços (DoS). Geralmente utilizados em milhares de sistemas diariamente, os exploits são a fonte de grande parte dos ataques ocorridos localmente e remotamente nos sistemas existentes. Estes podem ainda tomar formas e poderes bastantes variados. Pode ser um programa executável, uma mensagem num determinado protocolo de rede ou até mesmo uma mensagem escondida num email.

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