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De DataTable para ficheiro CSV (mais comum do que seria agradável)

Tal como o título sugere, é mais comum do que seria “agradável”, ter de fazer transformações de dados de DataTable, para ficheiros CSV separados por vírgulas ou ponto-e-vírgula, para se transferirem dados nas mais diversas situações! Seria muito mais agradável usar um formato tipo XML ou mesmo JSON do que usar CSV! No entanto o CSV está para ficar, tendo em 2005 sido alvo de RFC para formato comum e Mime Type para transferência de ficheiros (RFC4188).

Ao longo do artigo será apresentada uma classe, bastante simples para escrever dados oriundos de uma DataTable para ficheiro em formato CSV de acordo com o RFC4180 e posteriormente em formato CSV separado por ponto-e-vírgula, conforme é comummente usado para transferência de dados entre sistemas “legados”.

Os dados armazenados num objecto do tipo DataTable, encontram-se num formato suportado pela framework .Net para armazenamento em memória. Como se trata de um objecto existem diversos métodos bastante úteis que podem ser chamados. Muitos deles bastante úteis quando se pretende trabalhar com os dados em memória. No entanto a classe DataTable não tem suporte para escrita de ficheiros CSV.

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Introdução aos testes Unitários em C# com MS Unit Test

Introdução

Neste artigo será apresentada uma introdução básica aos testes unitários exemplificando como os escrever na linguagem C#, usando as ferramentas que acompanham o Visual Studio Community. Escrever testes de caso é uma parte importante do teste de software. Testar software é sempre um “quebra-cabeças” para programadores e testadores pois existem imensos tipos de casos de teste possíveis. Os testes unitários são um método pelo qual pedaços de um programa, módulos ou até conjuntos de módulos, são testados por forma a determinar se estão em condições de serem utilizados.

Para escrevermos bons testes unitários, devemos entender como é que um caso de teste funciona, e porque precisamos de o testar!

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Android com C# – Introdução ao desenvolvimento

Nesta edição vamos fazer a review do Livro Android com C# – Introdução ao Desenvolvimento escrito por Henrique Loureiro.

O livro introduz o programador que tem conhecimentos em .NET, nomeadamente em C#, ao paradigma de desenvolvimento em mobile, utilizando o Visual Studio com plataforma de desenvolvimento e utilizando o Xamarin para o desenvolvimento mobile.

O livro está organizado em duas partes, a primeira mais teórica com alguns exercícios para consolidar os conhecimentos no final de cada um dos capítulos e uma segunda parte com alguns projetos completos mais abrangentes.

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Padrão de arquitetura SOLID

Introdução

Existem diversas orientações para programação orientada por objectos, no entanto, neste artigo apenas iremos focar SOLID com exemplos em C#.

SOLID é um acrónimo dos cinco primeiros princípios da programação orientada a objetos e design de código identificados por Robert C. Martin Este mesmo acrónimo foi introduzido por Michael Feathers, após observar que os cinco princípios poderiam se encaixar nesta palavra.

O que significa S.O.L.I.D. ?

  • S – Princípio de Responsabilidade Única
  • O – Princípio Open Close
  • L – Princípio de Substituição Liskov
  • I – Princípio de Segregação de Interface
  • D – Princípio de Inversão de Dependência

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Interagindo com páginas web com C#

Introdução

Algumas vezes necessitamos que o nosso programa interaja com uma página web, seja para obter alguma informação ou para testar o seu funcionamento. Normalmente, isto pode ser feito interagindo com o conteúdo da página, usando a API DOM (Document Object Model – representação dos objetos da página em forma de árvore) e obter informações ou interagir com a página (preenchendo caixas de texto ou clicando em botões pelo programa).

Isto, além de ser difícil e sujeito a erros, pode ter de funcionar de maneira diferente nos vários browsers. Uma maneira mais simples de fazer isto, além de ser compatível com a maioria dos browsers é usar uma ferramenta open source, chamada Selenium (http://www.seleniumhq.org/). Neste artigo, iremos mostrar como usar o Selenium para interagir com o Google, fazer uma pesquisa e mostrar os resultados numa Listbox WPF.

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O meu primeiro Jogo em MonoGame

Muitos programadores chegaram ao mundo da programação através do fascínio do desenvolvimento de jogos. Desde as cassetes de ZX Spectrum, que demoravam eternidades a carregar e a criação de jogos era uma tarefa muitas vezes hercúlea, até aos dias de hoje, a criação de jogos percorreu um longo caminho e hoje podemos encontrar várias plataformas dedicadas ao seu desenvolvimento.

Para facilitar a criação de jogos para múltiplas plataformas foi criada a framework MonoGame, baseada na framework XNA da Microsoft, que apresenta uma grande facilidade de aprendizagem. Seguindo o princípio “Escreve uma vez, corre em todo o lado”, ao desenvolvermos um jogo com MonoGame, ele irá correr em iOS, Android, Mac OS X, tvOS, Windows, Linux, Playstation4 e mais.

Neste artigo vamos criar um jogo do princípio ao fim, passo a passo, desde a criação do interface de utilizador até ao adicionar da lógica de jogo.

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Aplicações Mobile com o Xamarin Studio

Introdução

Uma das linguagens de programação que tem tido um aumento susceptível a nível de popularidade, é o C#. Cada vez mais, esta tem sido a escolha feita pelos programadores para por as suas ideias em prática, nos mais variados tipos de software. Chegou a altura de esta ter uma palavra a dizer no que toca a aplicações Android e IOS, visto que só era aplicada para apps Windows Phone.  Para ajudar a festa, temos o Xamarin Studio.

Descrição

O Xamarin Studio é um IDE que traz consigo um vasto conjunto de features, o que irá ajudar ao desenvolvimento de aplicações visualmente atractivos e com relativa facilidade, utilizando todo o poder do C#.  Neste artigo, vou mostrar como podem criar uma aplicação para dispositivos Android, uma app de introdução muito simples. Convém verificar durante a instalação do IDE se o Android SDK é instalado (é instalado normalmente junto com o Xamarin Studio), pois sem ele não vamos poder criar qualquer tipo de projecto.

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Ninject – O Ninja das dependências

O que é o Ninject?

O Ninject é uma biblioteca de software aberto que providencia uma framework de injecção de dependências (Dependency Injection ou DI) leve, fácil de integrar e de utilizar.

O padrão Dependency Injection determina que as dependências entre módulos da aplicação ou classes são determinadas por configuração ao invés de inicializadas pelo programador em código, pelo que permite aumentar o grau de desacoplamento das aplicações, garantindo maior flexibilidade na inicialização e execução da aplicação. Este padrão surge muitas vezes associado ao padrão Inversion of Control (IoC) que determina que o controlo aplicacional não é controlado na integrada pelo programador, mas sim por uma framework ou runtime.

O padrão DI é bastante utilizado em software empresarial porque, entre outras razões, ajuda a manter o desacoplamento dos módulos aplicacionais, permite manter o controlo do ciclo de vida dos objectos e facilita a implementação de testes automáticos.

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As novidades do C# 6

Com o recente lançamento do Visual Studio 2015, foi lançada a versão 6 da linguagem de programação para a plataforma .NET C#.

Como neste lançamento o enfoque principal foi na nova plataforma de compiladores (“Roslyn”), os melhoramentos e adições à linguagem foram escassos mas, tal como os melhoramentos e adições das versões anteriores, tornarão a vida de quem desenvolve usando a linguagem de programação C# muito melhor.

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