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Sistema de chat público em PHP

Introdução

chat_publico_0.3Embora a base deste sistema seja o PHP, também serão utilizadas outras tecnologias. A nossa “caixa de ferramentas” tem, então, o seguinte conteúdo e a respetiva utilização:

  • PHP: Linguagem de programação base;
  • HTML: Estrutura das páginas;
  • CSS: Design das páginas;
  • jQuery/JavaScript: Utilização do AJAX;
  • MySQL/MariaDB: Base de dados;
  • Apache: Servidor web;

Objectivo

No fim deste artigo o leitor terá uma visão abrangente do que é essencial para criar aplicações web e a ajuda necessária para começar a desbravar este mundo com o PHP.

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JavaScript 6

O JavaScript já não é só a linguagem de script da Web. Com o passar dos anos, cada vez mais pessoas recorrem a esta linguagem para automatizar a realização de várias tarefas, uma vez que tem um número infindável de utilizações práticas, que vão desde a criação de páginas Web até à administração de máquinas com diferentes sistemas operativos. Por conseguinte, o conhecimento das funcionalidades de JavaScript é uma mais-valia no currículo de qualquer programador.

Introdução

Neste livro são apresentadas as principais novidades, características e funcionalidades da versão 6 da linguagem JavaScript, com recurso a exemplos práticos. Para além de novos objetos e métodos que foram adicionados aos objetos existentes, esta nova versão introduz também várias novidades ao nível da sintaxe (por exemplo, a definição de classes) que contribuem para simplificar a escrita de código e aumentar a produtividade do programador. 

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Validação de formulários em JavaScript

Âmbito

Atualmente, a validação de formulários em JavaScript é muito utilizada para garantir que os dados solicitados nos campos que o utilizador preenche em qualquer site sejam fiéis ao que o programador deseja. A validação de dados por meio de programação JavaScript é feita no browser (sem necessidade de ir até o servidor para transmitir dados) e garante a consistência dos dados quando são enviados para a base de dados.

A validação no cliente é necessária em várias situações: quando, por exemplo, o utilizador não preencheu corretamente o seu e-mail e colocou 2 invés de @. Se esta validação for no cliente, o utilizador recebe a mensagem de e-mail inválido antes do formulário ser enviado. A validação no cliente melhora a interação do utilizador com o site, mas é claro, que as validações no servidor também devem ser feitas.

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ECMAScript 2015: a nova versão do JavaScript

Este artigo não pretende mais do que apenas introduzir e clarificar alguns conceitos. Tecnicamente há muito para falarmos e, quem sabe, não estará na hora de programarmos juntos (em futuras edições da “nossa” revista)… Entretanto, se o leitor é programador de JavaScript, chegou a altura de dedicar algum do seu tempo à nova versão do ECMAScript, caso ainda não o tenha feito.

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Reconhecimento de voz com JavaScript

Âmbito

Atualmente, o reconhecimento de voz tem várias aplicações no mundo real. O conceito de reconhecimento de voz está subjacente a softwares como o Siri e S-Voice. Esta aplicação pode melhorar drasticamente a usabilidade dos websites, principalmente para deficientes visuais. Por conseguinte, os utilizadores podem navegar pelas páginas ou preencher campos de formulário utilizando a sua voz.

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Sencha Touch – Parte I

Actualmente, como todos nós sabemos, o universo dos smartphones e das aplicações móveis vieram para ficar. O mercado das apps está em constante evolução e todos os dias aumenta o seu número nas diversas stores existentes. O problema existente é que cada fabricante obriga a uma linguagem de programação. Se queremos desenvolver uma aplicação para iOS, temos que programar em Objective-C, para Android, em Java, e Windows Phone somos obrigados a usar o C#, por exemplo. Ora, programar em todas estas linguagens é bastante complicado.

A solução para esta questão passa pela utilização de uma framework híbrida. Este tipo de frameworks permitem ao programador desenvolver uma aplicação em HTML5 e Javascript capaz de ser executada em qualquer sistema operativo móvel com o look and feel de uma aplicação nativa.

Exemplo deste tipo de frameworks é o Sencha Touch. Com esta framework é tão simples desenvolver uma aplicação com um design atrativo e cross-plataform. É importante referir que esta framework é totalmente gratuita e open-source.

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jQuery: usar ou não usar?

Esta é uma questão frequente quando se começa um projeto web. Origina por vezes discussões acesas. A resposta rápida é que sim; provavelmente o que se está a desenvolver justifica o seu uso.

Quando se pondera a utilização de uma qualquer framework ou biblioteca (em qualquer projeto de software) deve-se questionar se os ganhos compensam o peso extra; se a complexidade do problema a resolver o justifica. De forma grosseira e geral, a questão é:

  • partido que vamos tirar da biblioteca/framework > 1 ?
  • peso trazido pela mesma

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Criando extensões para Google Chrome

Google ChromeAtualmente o browser do nosso computador é um dos softwares mais utilizados diariamente, adicionalmente, temos inúmeros plugins que acrescentam funcionalidades extra. Um plugin é um pequeno software desenvolvido para adicionar funcionalidades extra a softwares maiores, como o exemplo dos browsers que utilizamos. Os plugins podem-nos ajudar a automatizar pequenas tarefas no dia-a-dia ou até melhorar a nossa experiência enquanto utilizadores da web.

Neste artigo que vos trago hoje, vou explicar como podemos desenvolver o nosso próprio plugin para o Google Chrome.

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Funções Anónimas

Neste artigo vamos falar de funções anónimas, da sua história,  a sua usabilidade e ainda mostrar dois exemplos de implementação. Um será em Python, enquanto o segundo será em JavaScript, ou seja, mais orientado para o contexto web. Mas antes de falarmos em funções anónimas vamos primeiro refletir sobre o que é uma função, que é algo, ligeiramente, complicado de explicar a um leigo em programação.

Já pensaram no que responderiam se lhes perguntassem o que é uma função? A mais simples resposta era fazer uma analogia com a Matemática: algo que aceita valores de entrada, transforma-os de alguma maneira e retorna algo no fim. Continuando com a analogia, em Matemática, costumamos dar nome às funções, assim como damos enquanto estamos a programar, mais corretamente designado por identificador. Agora imagine que tem uma função, mas que esse identificador não existia. Esta seria uma função que não tinha de estar ligada a qualquer identificador. Aqui temos o princípio básico das funções anónimas.

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