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Adobe PhoneGap Build: para construção de aplicações móveis híbridas

Introdução

No artigo Criar uma aplicação móvel com jQuery Mobile [Programar #58] vimos como usar a framework jQuery Mobile para programar uma aplicação Web direcionada a dispositivos móveis. Neste artigo, vamos ver como usar o serviço PhoneGap Build da Adobe para gerar uma aplicação para Android.

Adobe PhoneGap

PhoneGap é uma framework de desenvolvimento de aplicações móveis híbridas. Aplicações híbridas são aplicações que combinam componentes nativos e componentes web. Do ponto de vista do utilizador e da plataforma móvel, uma aplicação híbrida é indistinguível de uma aplicação nativa. No entanto, internamente, uma aplicação híbrida utiliza um componente web view que contém a maioria do conteúdo e lógica da aplicação – ou seja, a aplicação é essencialmente programada como se de um aplicação web se tratasse. A framework PhoneGap, baseada em Apache Cordova, permite que as aplicações híbridas tenham acesso a funcionalidades nativas através de componentes específicos para cada plataforma móvel (e.g., Android, iOS, Windows) mas cuja interface é exposta em JavaScript (o programador não se preocupa com a plataforma).

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Criar uma aplicação móvel com jQuery Mobile

Introdução

Já muito foi escrito sobre a biblioteca jQuery para JavaScript, incluindo alguns artigos na Revista Programar (por exemplo, Mitos do jQuery e jQuery: Usar ou Não Usar?).

No entanto, existem outros projectos “irmãos” do projecto jQuery que são igualmente interessantes para programado- res e designers Web, como as frameworks jQuery Mobile e jQuery UI. Neste artigo, foco-me na jQuery Mobile explicando a sua filosofia de programação, e mostrando alguns dos componentes principais para a criação de uma aplicação móvel.

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jQuery: usar ou não usar?

Esta é uma questão frequente quando se começa um projeto web. Origina por vezes discussões acesas. A resposta rápida é que sim; provavelmente o que se está a desenvolver justifica o seu uso.

Quando se pondera a utilização de uma qualquer framework ou biblioteca (em qualquer projeto de software) deve-se questionar se os ganhos compensam o peso extra; se a complexidade do problema a resolver o justifica. De forma grosseira e geral, a questão é:

  • partido que vamos tirar da biblioteca/framework > 1 ?
  • peso trazido pela mesma

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Mitos do jQuery

Mito #1: O jQuery substitui JavaScript

O jQuery não é nenhuma linguagem; é apenas uma biblioteca. Bibliotecas/toolkits/frameworks JavaScript são “apenas” um conjunto de utilitários escritos em/para JavaScript que ajudam a gerir uma página e as suas interações. Nenhuma biblioteca JavaScript substitui o JavaScript; uma biblioteca apenas junta diversas funções e outros elementos com os objetivos de reutilização, simplicidade e rapidez de desenvolvimento. É certo que, por uma questão de coerência de código, se estivermos a usar uma biblioteca, as várias instruções JavaScript podem ser feitas recorrendo a essa biblioteca mas isso não quer dizer que apenas com JavaScript não se o faça.

Por outro lado, há situações em que não devemos forçar o uso de uma biblioteca. Quando a velocidade é determinante (e não há problemas de suporte cross-browser), é escusado colocar “mais chamadas no meio”; mais vale recorrer diretamente às API/JavaScript nativos do browser.

Assim, aprender jQuery não significa que não tenha de JavaScript; antes pelo contrário.

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jQuery: A sua biblioteca JavaScript

Logo quando comecei a ler o livro, ele é claro a indicar que o livro tem intenção de ser para quem está a iniciar a manipulação do DOM usando o jQuery e que o seu objectivo não é mostrar o API extenso do jQuery, mas sim mostrar partes-chave desta biblioteca para ele ser um bom ponto de partida. Ao afirmar isto e, depois, demonstrar- se bem fiel a esse parágrafo ao longo de todo o texto, é um dos elementos-chave que torna este livro realmente muito útil; não só para o seu público-alvo principal, mas também para quem quiser rever alguma parte específica que ele aborda num dos seus bem estruturados capítulos.

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