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jQuery: usar ou não usar?

Esta é uma questão frequente quando se começa um projeto web. Origina por vezes discussões acesas. A resposta rápida é que sim; provavelmente o que se está a desenvolver justifica o seu uso.

Quando se pondera a utilização de uma qualquer framework ou biblioteca (em qualquer projeto de software) deve-se questionar se os ganhos compensam o peso extra; se a complexidade do problema a resolver o justifica. De forma grosseira e geral, a questão é:

  • partido que vamos tirar da biblioteca/framework > 1 ?
  • peso trazido pela mesma

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Mitos do jQuery

Mito #1: O jQuery substitui JavaScript

O jQuery não é nenhuma linguagem; é apenas uma biblioteca. Bibliotecas/toolkits/frameworks JavaScript são “apenas” um conjunto de utilitários escritos em/para JavaScript que ajudam a gerir uma página e as suas interações. Nenhuma biblioteca JavaScript substitui o JavaScript; uma biblioteca apenas junta diversas funções e outros elementos com os objetivos de reutilização, simplicidade e rapidez de desenvolvimento. É certo que, por uma questão de coerência de código, se estivermos a usar uma biblioteca, as várias instruções JavaScript podem ser feitas recorrendo a essa biblioteca mas isso não quer dizer que apenas com JavaScript não se o faça.

Por outro lado, há situações em que não devemos forçar o uso de uma biblioteca. Quando a velocidade é determinante (e não há problemas de suporte cross-browser), é escusado colocar “mais chamadas no meio”; mais vale recorrer diretamente às API/JavaScript nativos do browser.

Assim, aprender jQuery não significa que não tenha de JavaScript; antes pelo contrário.

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jQuery: A sua biblioteca JavaScript

Logo quando comecei a ler o livro, ele é claro a indicar que o livro tem intenção de ser para quem está a iniciar a manipulação do DOM usando o jQuery e que o seu objectivo não é mostrar o API extenso do jQuery, mas sim mostrar partes-chave desta biblioteca para ele ser um bom ponto de partida. Ao afirmar isto e, depois, demonstrar- se bem fiel a esse parágrafo ao longo de todo o texto, é um dos elementos-chave que torna este livro realmente muito útil; não só para o seu público-alvo principal, mas também para quem quiser rever alguma parte específica que ele aborda num dos seus bem estruturados capítulos.

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